Voltei
a apaixonar-me, voltei a sentir aquelas borboletas na barriga quando estava ao
pé dele, voltei a não dizer coisa com coisa, voltei a sonhar, voltei a
acreditar no amor, voltei a sentir-me uma princesa, voltei a querer-te, voltei
a perguntar-me ‘porque é que não lhe digo o que sinto?’. Sim porque é que não
lhe digo o que sinto, dizer-lhe o que vem aqui no meu coração, dizer-lhe o que
vem aqui na minha alma, dizer-lhe o que vem aqui no meu pensamento… sim queria
poder dize-lo a todo o mundo que o amo, mas existe sempre aquele receio, existe
aquela coisa a impedi-lo… poderá ser da reacção dele, ou das pessoa que estão á
volta? Pois existe sempre aquelas pessoas que não querem que nós sejamos
felizes, existe aquelas ‘criaturas’ que fazem de tudo para nos por infelizes,
sim existe… sim queria poder mudar isso e por tudo como eu queria, por tudo
mágico sem pessoas más, sem pessoas a dizer o que nos devemos fazer, por tudo
bem… pois queria. Mas este mundo não é só querer, se quero ser feliz vou ter
que lutar por isso, vou ter que lutar com as minhas forças para enfrentar tudo
e todos… mas isso é difícil mas também nunca disse que ia ser fácil,
simplesmente tenho de lutar e poder acreditar em mim.
Acerca de mim
- Catarína Santos
- Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
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vai sempre haver gente que vive do sofrimento dos outros, e vêm de onde menos se espera
ResponderEliminarbem dito, gostei
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